De 1934 a 2026, o Corinthians marcou presença em quase todas as Copas do Mundo da história. O clube do Parque São Jorge sempre foi um celeiro de jogadores para a Seleção Brasileira e, ao longo de quase um século, também emprestou craques para outras nações, da Argentina a Holanda.
Esta é a história do Corinthians em todas as Copas do Mundo, Copa por Copa, jogador por jogador.
A presença alvinegra nos Mundiais vai muito além de uma simples lista de convocados. São campeões mundiais, capitães de seleções, artilheiros históricos e personagens que moldaram o futebol global.
Do pioneirismo de Filó ao manto laranja de Memphis Depay, o Timão esteve presente nos maiores palcos que o esporte já conheceu.
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Linha do tempo do Corinthians em todas as Copas do Mundo

A linha do tempo abaixo reúne todas as edições da Copa do Mundo desde 1930 e os jogadores ligados ao Corinthians em cada uma delas, seja como atletas ativos no clube durante o torneio ou como nomes que passaram pelo Parque São Jorge ao longo da carreira. Confira:
Uruguai 1930: a ausência forçada
O Corinthians chegou à primeira Copa do Mundo de maneira involuntariamente curiosa. O atacante Gambinha e o ponta Filó faziam parte do elenco do clube e foram indicados para o ciclo da competição, mas nenhum atleta entrou em campo.
O motivo foi o boicote político entre as ligas paulista e carioca, que impediu a participação dos jogadores que atuavam em São Paulo.
Foi o único Mundial em que o Timão esteve presente nos bastidores sem nenhum representante direto em campo. Mas o episódio revela algo importante: mesmo na primeira edição da Copa, o Corinthians já fazia parte do vocabulário do futebol nacional.
Itália 1934: Filó faz história, Del Debbio representa o Brasil
A Copa de 1934 marcou a estreia oficial de um jogador com passagem pelo Corinthians no Mundial, e o fez de forma absolutamente singular. Amphilóquio Marques Guimarães, conhecido como Filó, vestiu a camisa da Azzurra, a Seleção Italiana, e conquistou o título.
O jogador ítalo-brasileiro foi o primeiro brasileiro campeão do mundo, feito construído enquanto jogava pelo Lazio, depois de ter passado pelo Timão entre 1929 e 1931.
O zagueiro Armando Del Debbio representou o Brasil na mesma edição. Lenda do clube, Del Debbio foi um dos pilares defensivos do Corinthians nas décadas de 1920 e 1930, acumulando sete títulos paulistas.
A Copa de 1934 trouxe ao alvinegro a honra inédita de ter jogadores em dois lados de um mesmo Mundial.
França 1938: Brandão, Lopes e a geração de ouro paulista
Na Copa de 1938, o Corinthians cedeu dois jogadores diretamente para a Seleção Brasileira: o meio-campista Brandão e o atacante Lopes.
O Brasil fez uma campanha notável, terminando em terceiro lugar com o gol histórico de Leônidas, e os corinthianos foram parte integrante do elenco que chegou ao pódio.
Outros nomes com passagem pelo clube também integraram o grupo, como o zagueiro Domingos da Guia, considerado por muitos um dos maiores defensores da história do futebol brasileiro. O Timão colocava a sua marca no terceiro lugar mais alto da história do Brasil em Mundiais até então.
Brasil 1950: Baltazar, o Cabecinha de Ouro no mundial em casa
O primeiro Mundial disputado em solo brasileiro trouxe o artilheiro Baltazar como representante do Timão na Copa de 1950. Conhecido como o Cabecinha de Ouro, Baltazar era um dos centroavantes mais temidos do futebol nacional naquele período.
O Brasil chegou à decisão, mas sofreu o trauma do Maracanazo contra o Uruguai.
Também integrou o elenco o meia Jair da Rosa Pinto, craque da Seleção e futuro ídolo corinthiano. A Copa de 1950 ficou marcada pela dor, mas os representantes do Timão deixaram sua contribuição numa geração que chegou longe.
Suíça 1954: Baltazar de volta, Cabeção no banco da história
Baltazar voltou a integrar a lista do Brasil na Copa de 1954, se tornando um dos poucos jogadores do Corinthians a disputar dois Mundiais consecutivos naquela época.
Ao lado dele, o goleiro Cabeção viajou à Suíça como reserva, carregando no sobrenome a marca da torcida que o idolatrava no Parque São Jorge.
O lateral Alfredo Ramos também foi convocado para o Mundial e, posteriormente, defenderia as cores alvinegras. O Brasil foi eliminado nas quartas de final pela Hungria na famosa Batalha de Berna, um dos jogos mais violentos da história das Copas.
Suécia 1958: Gilmar ergue o Brasil ao primeiro título
A Copa de 1958 é um marco eterno na história do Corinthians em Mundiais. Gylmar dos Santos Neves, o Gilmar, foi o titular absoluto da Seleção Brasileira na campanha do primeiro título do Brasil.
Em seis partidas disputadas na Suécia, ele sofreu apenas quatro gols, todos nas fases semifinal e final. Foi o alicerce defensivo de uma geração que incluía Pelé, Garrincha e Didi.
O lateral-esquerdo Oreco também fez parte do grupo, como reserva do inesquecível Nilton Santos. A Copa de 1958 consolidou o Corinthians como clube de formação de jogadores de altíssimo nível para a Seleção Brasileira. Gilmar ainda viria a disputar mais dois Mundiais.
Chile 1962: o bicampeonato com Gilmar na meta
Gilmar repetiu a titularidade na Copa de 1962, no Chile, e conquistou seu segundo título mundial consecutivo. Ao lado dele, o lateral Jair Marinho integrou o grupo bicampeão como reserva.
O meia Dino Sani, que anos depois brilharia no Corinthians, também foi campeão do mundo naquela edição, defendendo outra equipe.
Curiosamente, a fase mais vitoriosa da história do Brasil nas Copas, com dois títulos seguidos, teve um corinthiano como goleiro titular nas duas campanhas. Gilmar ficou para a história como o único goleiro bicampeão mundial titular em edições consecutivas.
Inglaterra 1966: Garrincha se despede pelo Timão
A Copa de 1966 entrou para a história do Corinthians por um fato emocionante: Garrincha, o “Anjo das Pernas Tortas”, disputou seu último Mundial justamente enquanto defendia o Parque São Jorge.
O gênio de Magé-RJ já passava dos anos dourados, mas levar o nome do Timão a uma Copa do Mundo foi mais um capítulo especial da carreira do maior driblador da história.
Gilmar também esteve presente, em seu terceiro Mundial consecutivo. Além deles, o defensor Brito e o lateral Rildo, que depois viriam a jogar no Corinthians, completaram um grupo que caiu nas oitavas de final para a Hungria. Foi uma Copa de transição para o futebol brasileiro, mas rica em personagens alvinegros.
México 1970: Rivellino e o tri no maior time da história
Se há uma Copa que condensa a grandiosidade do Corinthians nos Mundiais, ela tem nome: México, 1970. Roberto Rivellino, o Reizinho do Parque, foi um dos protagonistas da seleção mais elegante da história.
O “patada atômica” marcou três gols na campanha, incluindo um na semifinal contra o Uruguai. O Brasil chegou ao tricampeonato com um futebol de outro planeta.
O goleiro Ado fez parte do elenco como reserva de Felix. Outros nomes que cruzaram caminhos com o Timão ao longo da carreira também integraram aquela geração histórica: Zé Maria, Brito, Roberto Miranda, Paulo César Caju, Edu e Emerson Leão.
A Copa de 1970 é, até hoje, referência máxima do futebol brasileiro, e o Corinthians teve papel ativo nela.
Alemanha 1974: Rivellino como camisa 10 da Seleção

Rivellino continuou sendo a grande referência técnica e o camisa 10 da Seleção Brasileira na Copa de 1974, na Alemanha Ocidental. Zé Maria assumiu a titularidade absoluta da lateral-direita, consolidando sua posição entre os melhores do mundo. Emerson Leão foi o goleiro titular naquela edição.
O Brasil ficou em quarto lugar, eliminado pela Holanda na semifinal. Mas o Corinthians foi muito bem representado naquele grupo, com pelo menos quatro nomes diretamente ligados ao clube em campo durante o torneio.
Argentina 1978: zagueiro Amaral e a geração invicta
O zagueiro Amaral foi o representante ativo do Corinthians na Copa de 1978, na Argentina. A Seleção Brasileira fez uma campanha invicta no torneio, mas ficou em terceiro lugar por conta da diferença de saldo de gols para os donos da casa. Zé Maria também integrou o elenco em sua segunda Copa como atleta ativo do Timão.
Rivellino ainda estava no grupo para a sua despedida oficial dos Mundiais. Palhinha, herói do título paulista de 1977, também foi convocado. Foi uma Copa com presença expressiva de corinthianos numa Seleção que merecia ter ido mais longe.
Espanha 1982: Sócrates e a seleção mais bonita que não ganhou
A Copa de 1982 entrou para o imaginário do futebol mundial como a mais bonita da história. E o Corinthians estava no centro de tudo isso. Sócrates, o Doutor, foi o capitão e símbolo máximo da Democracia Corinthiana dentro e fora de campo.
Líder intelectual, técnico e espiritual daquela seleção, Sócrates carregou a faixa de capitão numa equipe que encantou o mundo mas caiu para a Itália nas oitavas.
Edinho e Serginho Chulapa também fizeram parte do grupo. A Copa de 1982 é uma das maiores tragédias bonitas da história do esporte e tem o DNA do Corinthians estampado em cada jogada.
México 1986: Casagrande, Sócrates e a última das grandes gerações
O México de 1986 trouxe quatro nomes ligados ao Timão para a Seleção Brasileira: o goleiro Carlos, o lateral Édson, Walter Casagrande como centroavante titular e Sócrates em sua segunda Copa consecutiva.
O Doutor chegou a cobrar um pênalti decisivo nas quartas de final contra a França, num dos momentos mais tensos da história do Brasil nas Copas.
Müller e Branco, que depois jogariam no Corinthians, também integraram o elenco. O Brasil caiu nos pênaltis para a França depois de uma Copa em que o futebol brasileiro mostrava que ainda tinha muito a dar ao mundo.
Itália 1990: Dunga, Freddy Rincón e o começo de uma era
A Copa de 1990, na Itália, marcou a estreia internacional de um colombiano que se tornaria lenda do Corinthians. Freddy Rincón, antes de virar capitão e ídolo do Parque São Jorge, estava dando seus primeiros passos em Mundiais pela Colômbia.
Dunga, que havia passado pelo Timão entre 1984 e 1985, foi titular da Seleção Brasileira como volante.
Hugo de León, xerife e capitão da Seleção Uruguaia, também participou da Copa de 1990 e, anos depois, defenderia o Corinthians. O Brasil caiu nas oitavas para a Argentina num jogo histórico, mas o Timão estava representado por diferentes países naquela edição.
Estados Unidos 1994: Viola, Branco e o tetracampeonato
A Copa de 1994 reuniu um grupo impressionante de jogadores com vínculo com o Corinthians. Viola foi o representante ativo do clube, participando da prorrogação da final contra a Itália.
Branco, campeão tetracampeão e autor de um gol antológico de falta contra a Holanda, estava naquele ano no Timão. Paulo Sérgio, revelado pelo Terrão, também esteve entre os campeões.
Dunga ergueu a taça como capitão naquele penálti em Pasadena. E um certo jovem de 17 anos chamado Ronaldo Fenômeno iniciava sua relação com os Mundiais, passando mais tarde pelo Parque São Jorge.
Freddy Rincón disputou seu segundo Mundial pela Colômbia. O Corinthians teve representantes em ao menos três seleções naquela Copa.
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França 1998: Gamarra faz Copa perfeita, Rincón representa o Timão
O paraguaio Carlos Gamarra, atuando diretamente pelo Corinthians na Copa de 1998, fez uma campanha memorável: defendeu o Paraguai sem cometer nenhuma falta durante todo o torneio. Freddy Rincón, convocado como jogador do Timão, disputou seu terceiro Mundial pela Colômbia consecutivo.
Ronaldo Fenômeno foi eleito o melhor jogador do mundo, Rivaldo foi o camisa 10 pensador da Seleção e Roberto Carlos foi o dono da lateral-esquerda. Todos eles passariam pelo Corinthians em algum momento da carreira.
O Brasil perdeu a final de forma dramática para a França, mas o Timão estava em toda parte naquela Copa.
Coreia do Sul e Japão 2002: Dida, Vampeta, Ricardinho e o Penta
O pentacampeonato de 2002 teve o Corinthians como um dos grandes fornecedores da Seleção Brasileira. Dida foi o goleiro reserva da campanha, Vampeta foi peça do meio-campo campeão e Ricardinho entrou às pressas na vaga de Emerson e acabou levantando o troféu.
Edílson Capetinha também integrou o grupo, assim como Luizão, que havia deixado o Timão pouco antes da Copa.
Foi a Copa que marcou o ápice da presença corinthiana numa conquista brasileira. Vampeta foi além das quatro linhas: no encontro com o presidente no Palácio do Planalto, estava com a camisa do Corinthians. O Timão celebrou o Penta dentro e fora de campo.
Alemanha 2006: Tévez, Mascherano e a Copa argentina do Timão
A Copa de 2006 ficou marcada por uma dupla argentina que havia encantado o Brasil no ano anterior: Carlos Tévez e Javier Mascherano.
Tévez tinha sido o craque do Brasileirão de 2005 pelo Corinthians e Mascherano também atuava no clube. Os dois foram titulares pela Argentina em solo alemão. Ricardinho representou o Brasil pela segunda Copa consecutiva.
Deco, que havia passado pelo Corinthians ainda jovem em 1996, foi o maestro de Portugal. Marcos Senna, formado na base alvinegra e naturalizado espanhol, também estava em campo. Ronald Fenômeno quebrou o recorde de gols em Copas naquela edição, em sua última participação no torneio.
África do Sul 2010: Liédson por Portugal, Lodeiro pelo Uruguai
A Copa da África do Sul trouxe Liédson representando Portugal. O Levezinho, como era carinhosamente chamado pela Fiel, estava numa Copa por naturalização e foi mais um capítulo da relação especial dos estrangeiros que passaram pelo Timão e chegaram a Mundiais.
Nicolás Lodeiro, meia da Celeste uruguaia semifinalista, também seria corinthiano anos depois.
Deco, Tévez e Mascherano voltaram a se destacar em mais um Mundial. O Brasil foi eliminado nas quartas de final pela Holanda, mas o Timão marcou presença em múltiplos elencos naquela edição.
Brasil 2014: Paulinho, Willian e Jô na Copa em casa
A Copa do Mundo no Brasil trouxe três jogadores com passagem direta pelo Corinthians para o grupo da Seleção: Paulinho, que havia vencido tudo com o Timão em 2011/2012; Willian, cria do Terrão em sua primeira Copa; e Jô, centroavante revelado pelo clube.
O Brasil viveu o trauma do 7 a 1 contra a Alemanha e caiu nas semifinais.
Johnny Herrera representou o Chile, Nicolás Lodeiro jogou pela Seleção Uruguaia e o jovem Memphis Depay fez sua primeira Copa pela Holanda, chegando à semifinal. Poucos saberiam que o holandês voltaria ao cenário corinthiano mais de uma década depois.
Rússia 2018: Cássio e Fagner na seleção de Tite
A Copa da Rússia foi palco de dois representantes diretos do Corinthians na Seleção Brasileira: o goleiro Cássio, maior goleiro da história do clube, e o lateral-direito Fagner, que assumiu a titularidade durante o torneio.
O Brasil chegou às quartas de final antes de ser eliminado pela Bélgica numa partida que dói ainda hoje.
Paolo Guerrero, capitão e herói do Peru no retorno do país a uma Copa depois de décadas, também estava em campo, assim como André Carrillo, que mais tarde seria contratado pelo Timão.
Jesse Lingard, contratado pelo Corinthians em 2026, fez parte da Inglaterra semifinalista. Foi uma Copa com o Timão em múltiplos elencos.
Qatar 2022: Marquinhos, Éverton Ribeiro e Memphis em campo
A Copa do Qatar reuniu corinthianos em diferentes seleções. Marquinhos, formado no Terrão e hoje um dos maiores zagueiros do mundo, foi o líder defensivo do Brasil. Weverton, goleiro revelado na base alvinegra, esteve na lista. Éverton Ribeiro, meia revelado pelo Corinthians, fez sua primeira Copa pela Seleção.
Memphis Depay foi o camisa 10 e a maior referência técnica da Holanda. Félix Torres e Diego Palacios representaram o Equador. O Brasil foi eliminado nas quartas de final pela Croácia nos pênaltis, num jogo que antecipou o que viria a ser uma Copa cheia de emoções.
América do Norte 2026: Memphis Depay como estrela do Timão no Mundial
A Copa do Mundo de 2026, disputada no Canadá, nos Estados Unidos e no México, tem no holandês Memphis Depay o principal representante ativo do Corinthians.
O camisa 10 do Timão é a grande referência ofensiva da Holanda e a maior estrela internacional que o clube já teve em campo durante um Mundial.
Entre os ex-Corinthians, o volante Éderson foi convocado pelo técnico Carlo Ancelotti para substituir o lateral Wesley, lesionado. Marquinhos e Weverton seguem presentes pelo Brasil. Fabián Balbuena, o General paraguaio, comanda a defesa da Celeste.
A Copa de 2026 reafirma que o Corinthians continua sendo um clube com presença garantida nos maiores palcos do futebol mundial.
Curiosidades e recordes do Timão nas Copas do Mundo
Alguns números e fatos revelam a dimensão histórica do Corinthians em Mundiais.
Filó foi o primeiro atleta com raízes corintianas a ser campeão do mundo, em 1934, vencendo pela Itália.
Gilmar é o único goleiro bicampeão mundial titular em edições consecutivas, com 1958 e 1962.
Emerson Leão, campeão paulista pelo Timão em 1983, é um dos poucos jogadores a disputar quatro Copas do Mundo.
Javier Mascherano lidera as participações internacionais de ex-corintianos com quatro edições pela Argentina.
O Corinthians teve representantes em ao menos dois países diferentes em quase todas as edições do torneio.
O clube participou ativamente de quatro dos cinco títulos mundiais do Brasil, com ao menos um jogador diretamente do Timão nas Copas de 1958, 1970, 1994 e 2002.
Um legado que atravessa gerações

A linha do tempo do Corinthians nas Copas do Mundo é também a linha do tempo do futebol brasileiro. De 1934 a 2026, o Timão esteve presente em praticamente todas as edições do maior torneio do planeta, seja por jogadores formados no clube, contratados no auge da carreira ou que passaram pelo Parque São Jorge em algum momento da trajetória.
São campeões mundiais, capitães históricos, artilheiros lendários e personagens que definiram épocas. O passado foi escrito por Gilmar, Rivellino, Sócrates e Rincón. O presente tem Memphis Depay no centro do palco.
Mas uma coisa é certa: o futuro do Corinthians nas Copas do Mundo ainda tem muitas páginas a escrever.
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Perguntas frequentes
Quantas Copas do Mundo o Corinthians esteve representado?
O Corinthians teve representantes em praticamente todas as edições da Copa do Mundo de 1934 a 2026, seja por jogadores ativos no clube durante o torneio ou por atletas que passaram pelo Parque São Jorge ao longo da carreira. A única ausência de um jogador ativo em campo aconteceu em 1930, por causa do boicote político entre as ligas paulista e carioca.
Quem foi o primeiro corintiano campeão do mundo?
O atacante Filó, cujo nome completo era Amphilóquio Marques Guimarães, foi o primeiro atleta com passagem pelo Corinthians a ser campeão do mundo. Ele conquistou o título pela Itália na Copa de 1934, depois de ter jogado no Timão entre 1929 e 1931. Foi também o primeiro brasileiro campeão mundial.
Qual goleiro corintiano é bicampeão mundial como titular?
Gylmar dos Santos Neves, o Gilmar, é o único goleiro bicampeão mundial titular em edições consecutivas na história. Ele foi o titular absoluto da Seleção Brasileira nas Copas de 1958, na Suécia, e de 1962, no Chile, defendendo o Corinthians durante boa parte da sua carreira. É considerado por muitos o maior goleiro da história do clube.
Quais jogadores estrangeiros passaram pelo Corinthians e disputaram Copas?
Vários estrangeiros que vestiram a camisa alvinegra participaram de Copas do Mundo. Entre eles estão Carlos Tévez e Javier Mascherano pela Argentina, Freddy Rincón pela Colômbia, Carlos Gamarra pelo Paraguai, Liédson por Portugal, Memphis Depay pela Holanda e Paolo Guerrero pelo Peru, entre outros.
Quem é o representante do Corinthians na Copa do Mundo de 2026?
O principal representante ativo do Corinthians na Copa do Mundo de 2026 é Memphis Depay, camisa 10 do clube e da Seleção Holandesa. O holandês é a maior estrela internacional que o Timão já teve em campo durante um Mundial. Inclusive, a FIFA vai pagar um valor diário ao clube pela participação do craque na competição.
